O encantamento do saxofone

O encantamento do saxofone

Saxofone, ou simplesmente sax, é um instrumento de sopro que encanta pelo som delicado e romântico que proporciona. Embalando momentos de paixão ou mesmo proporcionando instantes de pura apreciação da música, o sax é tão belo quanto nada fácil de aprender a tocar. Esse também é um dom que vem da alma!
É necessário gostar, estudar, conhecer as diversas partes que compõem o instrumento e os próprios tipos de sax.

Difícil desvincular o saxofone do jazz. Essa dupla parece formar um casamento perfeito. No entanto, aprender a tocar não parece algo muito simples. Escolas de artes oferecem aprendizado para iniciantes e a dedicação determina o grau de crescimento musical. Outro fator crucial do sax é a liberdade de tocar o instrumento com mais espontaneidade e menos controle da melodia. E até mesmo para essa forma mais instintiva de apresentar o som existem técnicas de trabalho para direcionar o resultado final.

Conhecendo o instrumento

O sax, embora apresentando em metal, é da família dos instrumentos de madeira. Composto basicamente por tudel (peça de metal ou madeira e fibra que encaixa no corpo do sax), palheta, boquilha, corpo em si e correia para pendurar o instrumento, o que emite o som é a vibração de uma palheta (geralmente de bambu) presa na boquilha.

Disponível em sete tamanhos (sopranino, soprano, contralto ou alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo) ele ainda apresenta 14 variações de modelos, sendo os mais conhecidos o tenor, soprano, barítono e alto.

Saxofonistas pelo mundo

Ao lado de outros monstros do jazz, como Miles Davis, Duke Ellingto e Louis Armstrong, o Bird (pássaro em inglês) Charlie Parker se consolidou mestre na arte desse estilo musical e marcou seu nome como saxofonista mundialmente reconhecido. E o Brasil também tem nomes importantes como o carioca Eduardo Neves, por exemplo, e recentemente João de Macedo Mello, hoje com 21 anos de idade.

Pela primeira vez em turnê pelo Brasil, em 2015, o ex-guitarrista e vocalista da banda Pink Floyd, David Gilmour, arrancou suspiros e aplausos por onde passou. E onde o sax entra nessa história? Bem, o único brasileiro da banda de Gilmour era o jovem saxofonista João Mello. Em uma entrevista, o guitarrista falou a respeito: “Nos conhecemos por um amigo em comum, que estava trabalhando com ele. Estávamos precisando de um novo saxofonista. Está sendo como mágica. Ele tem feito um trabalho fantástico.”

Nascimento do saxofone

O saxofone surgiu em 1841, pelas mãos de Adolphe Antoine Joseph Sax. Adolphe era um judeu belga, filho de um tradicional carpinteiro que possuía uma fábrica para instrumentos de sopro de madeira e instrumentos de metal. Ao contrário de outros instrumentos que foram fabricados a partir de algo já existente, o saxofone aparece totalmente novo, inédito.

Na época, o criador concedeu entrevista ao jornal local “Paris Magazine” e teria afirmado: “Melhor que qualquer outro instrumento, o saxofone é capaz de modificar seu som a fim de lhe dar as qualidades convenientes, e de lhe conservar a igualdade perfeita em toda sua extensão…”. Com aceitação instantânea o saxofone foi exibido pela primeira vez em 1844, no evento francês realizado em uma estrutura temporária na Champs-Élysées, chamado “Paris Industrial Exibicion” e patenteado há exatos 170 anos.

Interessante, não é mesmo? E para quem quer aperfeiçoar seus estudos e realizar um curso técnico existem oportunidades no mercado. O esforço pode estabelecer a excelência do músico.

 

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