Como escolher um instrumento musical para estudar?

 

É comum gostar de músicas e nos mais variados estilos. Muitas pessoas apreciam os instrumentos musicais e mesmo o canto, mas mal sabem por onde começar. O talento de tocar um instrumento é algo maravilhoso e não existe idade para começar. Aqui vamos tentar esclarecer algumas dúvidas que talvez sejam as suas também.

 

De onde vem essa vontade?

Desde que nascemos, e em alguns casos até antes, a música já faz parte de nossa vida. Seja para dormir, acalmar ou divertir este método aparece como forma de comunicação entre pais e filhos. No decorrer do tempo as pessoas têm contato com outras esferas do mundo e ainda mais estímulos: amigos, colégio, professores, trabalho, desenvolvimento e gostos.

A música, composta por instrumentos e vozes, pode despertar a vontade em aprender a tocar um instrumento. O resultado é a ativação da memória, concentração, habilidade em comunicação e consequentemente melhora da linguagem. Não raro lemos artigos ou matérias em revistas sobre as músicas cantadas aos bebês. E aí aparecem as crianças estimuladas a se comunicar e com processo de aprendizado da leitura e da escrita facilitado.

Algumas dicas podem ajudar na hora de escolher ou indicar um instrumento. Comece por ser razoável. Leve em consideração o seu tamanho e o porte do instrumento. Também pondere a disponibilidade do mercado. Instrumentos raros são mais difíceis de encontrar, mais caros e com menos professores disponíveis para ensinar. Lembre-se de que o som também é feito com voz. Existem aulas e técnicas próprias para desenvolver essa aptidão também.

 

Vamos conhecer alguns instrumentos?

A flauta doce é simples, resistente, com valor razoável e fácil de encontrar. Por ser pequena e leve pode ser tocada também por pessoas de estatura mais baixa. Já o saxofone é um instrumento maior, também de sopro como a flauta, porém mais complexo para transportar e segurar. Falando ainda em instrumentos de sopro aparecem o trompete,  fabricado em metal e popular para quem está iniciando na música, e também o trombone, que é maior que o trompete e também mais grave.

Outro instrumento bastante conhecido é a bateria. Chamada de coração da banda por alguns é a bateria que fica responsável por dar o ritmo aos outros instrumentos. Com isso o baterista tem como princípio, e até compromisso, manter o compasso musical.

Chamado de acordeon, esse instrumento ainda é conhecido como gaita ou sanfona, é pesado e como todos os outros requer aptidão e muita atenção. Bastante conhecido em nossa região, é facilmente visualizado em bandinhas alemãs e também em músicas gaúchas.

O nome violino já agrada aos ouvidos! Instantaneamente lembramos de belas orquestras e hoje é comum vê-lo em músicas mais populares também. Com apensas quatro cordas, esse instrumento apresenta afinação da mais aguda à mais grave e pode ser considerado um instrumento elitizado.

Da mesma forma surge o piano. De maneira equivocada muitas vezes esse instrumento é considerado inacessível. Lembrando que se trata de um objeto bastante grande e praticamente nada móvel, ele reproduz um lindo som. Aqui também se faz necessário um pouco de conhecimento a respeito de notas, tons e acordes, além de aprender a posição das mãos e sequência dos dedos.

E por fim vamos falar um pouco do violão. Como a maioria dos instrumentos musicais, o violão trabalha com funções específicas para formar o som. Precisa de flexibilidade nos dedos, afinação, sutileza para reparar a mudança de tom e postura.

Esforço e dedicação aparecem na mesma proporção quando falamos em aprender. Usar o erro para se corrigir é fundamental. Será necessário saber conviver com a frustação também, pois, como em qualquer caminho, ela faz parte do percurso.

Você já percebeu alguma aptidão musical? Como começou? Divida conosco sua experiência. Nós vamos adorar saber!

 

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